segunda-feira, 8 de março de 2010

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Não acho bom o CCB.
Para que que nos serve ter Pensamento Positivo?
Se temos HIV, Cancro entre outras, que nos resta ter Pensamento Positivo se vamos morrer mesmo, não vale a pena mesmo. Não entendo em que ponto isto transmite estar bem com a vida.
Acho que deveriam repensar tudo isto, nem tudo é água de rosas.
Sinceramente a vida é muito complicada e chata... Portanto é vive-lá sem ter o Pensamento positivo e fazer o que nos resta.

Pedro

Comentário:

Pedro, começamos por agradecer o seu mail que, se por um lado parece bastante negativo em relação ao CCB, por outro nos alegrou porque nos dá a oportunidade de defender a nossa dama: o pensamento positivo.
Mas antes de ir ao que mais nos chamou a atenção no seu texto deixe primeiro esclarecer o seguinte: pensamento positivo não é tornar-se pateta e fingir que as coisas más da vida não existem.
Pelo contrário, sem tomar consciência do mal – e o mal como o bem fazem parte da vida – é impossível viver uma vida plena.

O pensamento positivo propõe-lhe apenas isto: para todo o mal que encontre, encontre também a contrapartida, e não deixe que a desgraça o abata. Assim, se alguém tem cancro ou sida, que adianta ficar a remoer que tem cancro ou sida? Já não o tem? Ora, o pensamento positivo apenas aconselha a tentar dar a volta à situação. Quer um exemplo? O daquele indivíduo que, caindo na miséria, fundou uma associação para os que, como ele, também ficaram sem nada. Que ganhou com isso? Bom, tornou-se director de uma associação…

Mas o que mais chamou a atenção no seu mail foi a ultima frase: “e fazer o que nos resta”.
Então perguntamos: quem tem o critério do que resta, isto é, como é que você sabe que resta o que resta? Quem tira a conta ao que "resta"?

Você, é claro!

Mas então se é você, como é que, face à hipótese de pensar a seu favor – pois pensar positivo é pensar a favor da vida – você pensa contra?

Afinal você pensa… negativo?

Mas pensar negativo ou positivo é usar o mesmo poder: o pensamento, a mesma força, e esta tanto pode ser usada para um lado como para o outro. Ora, V. tem força – senão não decidia “fazer o que nos resta”.
Ou seja, você usa o pensamento... contra si. É o que lhe resta? (E não se iluda, ao usar “nos” – no seu “o que nos resta” – V. só fala de si, da sua maneira de ver e não da minha ou de outro. Isto é, você sozinho é que está a decidir... “o que NOS resta”.)

Sim, as coisas más podem suceder-lhe mas lembre-se, a diferença não está no que nos acontece mas no que fazemos com o que nos acontece. A você só resta o quê, afinal de contas?
Faça lá as contas outra vez, Pedro e não se engane!

Não fale em nome dos outros, porque V. precisa mesmo de se encontrar consigo e perceber que é o único responsável pelo resto da sua conta. E quando disser “é o que me resta” quando se encontrar frente a frente, e só, com a responsabilidade do seu próprio pensamento, isto é, com o que pensa, apesar do cancro ou da sida, então sim, pode mudar a sua atitude.
Até lá V. nem existe!
Isto é, V. ao dizer “o que nos resta” está simplesmente a demitir-se! Passe pois ao “eu” e veja se o que lhe resta – a si sozinho - é mesmo isso!
Só dá valor ao outro quem alguma vez sentiu a solidão. E cego mesmo é o que não quer ver.
Um abraço!
CCB






segunda-feira, 14 de setembro de 2009

"A felecidade vem de dentro.
Pense em quantos motivos você têm para ser feliz hoje.
O desespero, infelizmente, nos leva a pensamentos sombrios e negativos. E quanto mais reclamarmos mais problemas aparecerão, e assim afastamos todos o que tentam chegar perto de nós.
As pessoas se afastam e passam a viver em desarmonia com todos.
O segredo está em pensar possitivo. Por mais que a realidade seja dura, a sua mente pode reverter o caso, com a força criada por nós próprios. Pensamento possitivo traz alegria e entusiasmo. Veja nas pequenas coisas do dia-a-dia motivos para agradecer e se alegrar a si próprio.
O futuro é daqui alguns instantes e as coisas mudam a todo o momento.
Alegre-se em ser a pessoa boa e confiante, e novos horizontes surgiram quando menos esperar.
Lembre-se sempre PENSAMENTO POSSITIVO"

Comentário do CCB:
Num ponto talvez discordemos, Bruna.
Diz "E quanto mais reclamarmos mais problemas aparecerão". Mas que quer de facto dizer? Que face a injustica devemos mantermo-nos calados e não procurar unir forças para impedi-las? Se o pensamento possitivo ajuda a ver a garrafa meio cheia, em vêz de metade vazia, ele, por mais que queira, não pode ignorar a realidade.
Seria como querer fazer omolete sem ovos!
Portanto, pensemos positivo, claro, inclusive porque uma tal forma de pensamento nos levará a encontrar outros, junto dos quais a nossa vontade se fortalecerá.
A união faz a força e uma reclamção, responsável e não apenas destrutiva, isto é, apresentando alternativas, tem ao longo da história mostrado os seus frutos.
Claro que ficar dentro de si a remoer e lamentar-se, ou reclamar contra o passado não intressa. Afinal era isto que queria dizer; não é verdade, Bruna?

quinta-feira, 30 de julho de 2009

CCB Animal 2


Não sei bem em que dia foi nem a hora, só sei que vinha directa para o meu trabalho e vi um animal morto... Aterrorizada informei-me sobre a quem me dirigir (...) até que me indicaram ligar para a câmara municipal de Torres. Então contactei e no mesmo dia o animal já não lá estava...

Diana Sobreiro

CCB Animal 3


(…) Penso que este caso que vos vou contar é uma coisa boa

Andei a visitar o Pluto que estava abandonado numa instituição....

Tentei arranjar-lhe um Dono mas nunca consegui por ser adulto, entretanto vi que o amava e recebi-o no meu mini apartamento T0, vi que era muito pequeno para os dois... Comprei uma casa com terraço enorme e ele sente-se a pessoa mais feliz do mundo

Luisa Tomar

CCB Animal 1


D. Clara mora na Tapada do Mocho, em Oeiras, e todos os dias, pelo fim da tarde, dá comida a gatos que erram por aquela zona.

Gatos sob os automóveis, debaixo de varandas, aninhados nos arbustos…

D. Clara todos os dias faz uma coisa boa.

segunda-feira, 27 de julho de 2009